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PISO SALARIAL ENFERMAGEM 2022: Pagamentos são implantados em Estados e municípios; veja tabela

Veja cidades que anunciaram adesão ao novo piso salarial da enfermagem e tabela dos novos salários

Flávio Oliveira
Flávio Oliveira
Publicado em 22/08/2022 às 15:31
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FREEPIK/BANCO DE IMAGENS
Saiba as mudanças do piso salarial da enfermagem após fim da suspensão - FOTO: FREEPIK/BANCO DE IMAGENS

No último dia 4 de agosto, foi sancionada a Lei nº 14.314/2022, alterando os valores pagos a enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras. A lei foi sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) após forte pressão da categoria e muito debate.

Enquanto Estados, municípios e o Distrito Federal começam a implantar o piso salarial da enfermagem, a União prepara manifestação junto à Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) que a Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde) move no Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar a nova legislação.

Manifestações contrárias ao novo piso salarial da enfermagem

De acordo com o Conselho Federal de Enfermagem (Confen), já anunciaram adesão ao novo patamar salarial os municípios de Epitaciolândia (AC), Sales de Oliveira (SP) e Planalto (SP). Também em São Paulo, o sindicato que representa técnicos e auxiliares de enfermagem (SindSaúde-SP) fechou convenção coletiva que garante o reajuste. As informações são do Correio Braziliense.

Aqueles que criticam o novo piso salarial justificam a atitude alegando o impacto orçamentário e a ausência de indicação da fonte de recursos para cobrir a despesa de recursos humanos.

Tabela novo piso salarial da enfermagem

  • Enfermeiro: R$ 4.750,00;
  • Técnico de Enfermagem: R$ 3.325,00;
  • Auxiliar de Enfermagem: R$ 2.375,00;
  • Parteira: R$ 2.375,00.

Situação dos profissionais de enfermagem 

Os profissionais de enfermagem, por outro lado, se queixam de precarização do trabalho após a provação do novo piso salarial, segundo informações da repórter Cinthya Leite, do JC.

De acordo com o relatado pela repórter, o Conselho Regional de Enfermagem de Pernambuco (Coren-PE) informou que, logo após a sanção do novo piso, começou a receber diversas denúncias da categoria como demissões em massa, manobras para mudanças de contrato e assédio moral nos locais de trabalho. 

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