PISO NACIONAL DA ENFERMAGEM

PISO SALARIAL DA ENFERMAGEM: STF pode encerrar votação do piso salarial da enfermagem 2022 e chegar ao veredito nesta sexta-feira (16)

Sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro, o piso da enfermagem foi suspenso após uma decisão individual do ministro Barroso

Marcelo Aprígio
Marcelo Aprígio
Publicado em 15/09/2022 às 11:39 | Atualizado em 16/09/2022 às 7:46
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UNSPLASH/SJ Objio
Confira novidades do reajuste do piso salarial enfermagem últimas notícias - FOTO: UNSPLASH/SJ Objio

O piso salarial da enfermagem está sendo sob julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), que deve decidir se o salário mínimo da categoria será, de fato, pago ou não.

Para tentar impedir o pagamento do piso salarial da enfermagem a Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos e Serviços (CNSaúde) pediu que a Suprema Corte declarasse a medida inconstitucional.

A votação dos ministros para decidir o futuro do piso salarial da enfermagem começou na última sexta-feira (9) e irá continuar até amanhã, sexta (16).

Desta maneira, o STF encerra votação do piso salarial da enfermagem 2022 e chega ao veredito nesta sexta, dia 16.

A esperança da categoria é pela manutenção do pagamento do piso. No entanto, nos bastidores de Brasília a expectativa é pela continuidade da suspensão do piso nacional da enfermagem.

Vale lembrar que já foi revelado um plano que pode garantir pagamento do piso salarial da enfermagem. Clique aqui e veja como o piso pode ser pago.

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No dia 4 de setembro, o ministro e relator do caso, Luís Roberto Barroso, suspendeu por 60 dias a lei do piso salarial da enfermagem.

Como a decisão foi individual, o ministro colocou sua liminar em votação no plenário virtual do STF. 

QUEM VOTOU CONTRA O PISO DA ENFERMAGEM?

A Suprema Corte já formou o placar de 7 votos a 4 para manter a decisão do ministro Luís Roberto Barroso que suspendeu o piso salarial da enfermagem.

Depois da liminar do ministro Luís Roberto Barroso, votaram a favor da suspensão Ricardo Lewandowski, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Luiz Fux.

Os que votaram contra são André Mendonça e Nunes Marques, além de Edson Fachin e Rosa Weber.

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