PRISÃO

Anderson Torres passa por audiência de custódia e seguirá preso

Saiba tudo sobre a prisão de Anderson Torres, ex-ministro da Justiça que é suspeito de facilitar a invasão de bolsonaristas em Brasília.

Amanda Marques
Amanda Marques
Publicado em 14/01/2023 às 10:09 | Atualizado em 14/01/2023 às 20:37
Notícia
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Anderson Torres foi preso pela PF em Brasília após chegar dos EUA - FOTO: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Nesta manhã (14), foi anunciado a prisão de Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal no governo de Bolsonaro, após o desembarque do político em Brasília, vindo dos Estados Unidos. 

Após passar por Audiência de Custódia, na tarde deste sábado (14), o ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública Anderson Torres deve seguir preso.

A prisão de Torres foi determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes e confirmada pelo plenário do STF, após as invasões de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal. 

O que motivou a prisão de Anderson Torres? 

No momento do ataque em Brasília, Anderson era o secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, que ficou responsável pelo comando da segunça do DF, e a suspeita é de que o político contribui para facilitar a entrada dos bolsonaristas radicais em conjunto com os setores da Polícia Militar e militares. 

Anderson Torres informou em rede social que vai interromper férias para se apresentar à Polícia Federal quando voltar ao Brasil

 

Além de Torres, o coronel Fábio Augusto Vieira também teve prisão decretada pelo ministro do STF e se entregou. 

Prisão de Anderson Torres 

Enquanto passava suas férias em Miami, Anderson Torres foi informado da prisão e afirmou nas redes sociais que se entregaria. 

 Ainda nas redes sociais, um dia após a invasão dos bolsonaristas, Torres repudiou os ataques e negou qualquer tipo de ligação com a depravação em Brasília. 

 

 * Com informações do G1 e UOL notícias.

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