VAI TER GREVE NO METRÔ DE SP NESTA TERÇA-FEIRA (03/10)? Confira detalhes sobre paralisação e ponto facultativo
Vai haver greve no metrô de SP nesta terça (03)? Entenda.
Para a terça-feira (03/10), está programada uma greve envolvendo os trabalhadores metroviários em São Paulo.
A paralisação será conduzida simultaneamente pelos colaboradores da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e pela equipe da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo).
O Sindicato dos Metroviários esclarece que essa greve conjunta está planejada para durar 24 horas.
Uma decisão judicial estabeleceu a obrigação de o metrô operar com 100% de sua capacidade durante os horários de pico e 80% nos demais momentos.
No entanto, o sindicato afirmou que contestará a determinação dos 100%.
GREVE DE METRÔ DE SP: Servidores terão ponto facultativo
Por conta da paralisação, haverá algumas mudanças no serviço de servidores públicos e no trânsito.
Foi decretado pelo governo do estado de São Paulo na tarde de hoje (02/10), ponto facultativo para os servidores nesta terça (03/10).
No entanto, serviços da área de segurança pública terão funcionamento normal, bem com o postos móveis e restaurantes do programa de segurança alimentar Bom Prato.
Também haverá reposição e reagendamento de atividades escolares da rede estadual, como aulas e provas.
Unidades de saúde, assistência social, escolas e creches funcionarão normalmente.
No transporte público, haverá suspensão do rodízio de placas de veículos, com exceção de veículos pesados.
Além disso, a totalidade da frota de ônibus estará em operação, com um aumento do contingente de veículos durante os horários de maior movimento.
A greve é motivada pela proposta de privatização de linhas do metrô e também da Sabesp promovida pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Os sindicatos afirmam que o propósito da greve é evitar uma deterioração nos serviços e promover uma maior participação da população.
Por outro lado, o governo alega que a greve possui motivações políticas, sendo rotulada pelo governador como uma "ação político-ideológica, ilegal e desprovida de reivindicações trabalhistas específicas".
Os sindicatos afirmam que o propósito da greve é evitar uma deterioração nos serviços e promover uma maior participação da população.
Por outro lado, o governo alega que a greve possui motivações políticas, sendo rotulada pelo governador como uma "ação político-ideológica, ilegal e desprovida de reivindicações trabalhistas específicas".


