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PESQUISA ELEIÇÕES ARGENTINA 2023: Veja últimas notícias e saiba QUANDO VÃO SER AS ELEIÇÕES NA ARGENTINA

Argentinos vão às urnas eleger presidente, vice-presidente, prefeito de Buenos Aires e governadores de 21 províncias

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Marcelo Aprígio

Publicado em 19/10/2023 às 12:06 | Atualizado em 19/10/2023 às 12:09
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Depois das eleições Primárias, Abertas, Simultâneas e Obrigatórias (PASO), os argentinos voltarão às urnas pela segunda vez neste ano para eleger o seu presidente, que tomará posse no dia 10 de dezembro.

Além disso, metade do Congresso Nacional será renovado e também serão escolhidos governadores, legisladores e outras autoridades provinciais e municipais.

ELEIÇÕES NA ARGENTINA DATA

As Eleições na Argentina serão realizadas no quarto domingo do mês, ou seja, 22 de outubro.

Para ser eleito presidente no primeiro turno, o candidato mais votado deverá obter 45% dos votos ou 40% e uma diferença de 10 pontos para o segundo candidato.

Caso contrário, haverá segundo turno, que de acordo com a lei deve ser realizado no prazo de 30 dias após as eleições gerais.

ELEIÇÕES ARGENTINAS

Especificamente, além do presidente e do vice-presidente, serão votados o chefe de Governo da Cidade Autônoma de Buenos Aires (algo semelhante ao prefeito no Brasil ou governador do DF) e 21 províncias (as exceções são Santiago del Estero e Corrientes, que votaram em 2021).

Quanto ao Congresso, são renovadas 130 cadeiras na Câmara dos Deputados e 24 no Senado.

PESQUISA ELEIÇÕES ARGENTINA 2023

Com o objetivo de suceder a Alberto Fernández como presidente da República Argentina, um total de 5 candidatos do chamado PASO participaram de análises, avaliações e pesquisas dos cidadãos, e poucos dias antes da realização das eleições gerais sondagens com intenções de voto mostram uma tendência.

A média ponderada das últimas pesquisas publicadas pela mídia e consultorias argentinas mostra que o polêmico candidato presidencial Javier Milei ocupa o primeiro lugar nas preferências nas pesquisas realizadas por diversos institutos, como Fixer, Reale Dalla Torre, Aresco, CB Consultora, Atlas Intel, entre outros (30,6%).

Apesar disso, Milei não venceria diretamente as eleições gerais porque com 29,6%, o atual ministro da Economia do país, Sergio Massa, o acompanharia num eventual segundo turno.

Considerando esses percentuais, Patricia Bullrich, Myriam Bregman e Juan Schiaretti ficariam para trás, e sem qualquer chance de brigar pela presidência da Argentina com Javier Milei, que se define como um “libertário libertário” e filosoficamente, um “anarquista de mercado”, e cuja popularidade inicialmente o levou a ser o mais votado na PASO realizada em 13 de agosto.

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