Novo auxílio: veja qual a documentação necessária para atualizar cadastro no Caixa Tem

A renovação do cadastro é feita com base no mês de aniversário dos beneficiários

AUXÍLIO EMERGENCIAL
Novo auxílio: veja qual a documentação necessária para atualizar cadastro no Caixa Tem

A atualização do cadastro é feita com base nos números finais do CPF dos beneficiários. - Foto: Marcello Casal Jr./ABr

Errata: Iniciamos informamos nesta matéria que o recadastramento no Caixa Tem é condição para receber o auxílio emergencial. A informação está errada. O recadastramento é pedido para evitar fraudes, e a não realização não implica em não recebimento do benefício.

Para fazer a atualização, a fim de evitar fraudes, através do banco digital Caixa Tem, da Caixa Econômica Federal, é preciso incluir alguns documentos. 

Deverão ser incluídas informações como foto do documento pessoal (RG ou Carteira Nacional de Habilitação), comprovante de residência e uma selfie (foto de si mesmo) segurando o próprio documento.

A atualização do cadastro é feita com base nos meses da nascimento dos beneficiários. 

Calendário de atualização

Os usuários podem atualizar o cadastro de acordo com a data de aniversário do beneficiário. A medida é uma tentativa de evitar diversos acessos simultâneos na plataforma.

Nascidos em janeiro podem atualizar as informações a partir de domingo (14).

Confira a agenda para atualizar o cadastro na Caixa Tem:

  • 14/03: nascidos em janeiro
  • 16/03: nascidos em fevereiro
  • 18/03: nascidos em março
  • 20/03: nascidos em abril
  • 22/03: nascidos em maio
  • 23/03: nascidos em junho
  • 24/03: nascidos em julho 
  • 25/03: nascidos em agosto
  • 26/03: nascidos em setembro 
  • 29/03: nascidos em outubro
  • 30/03: nascidos em novembro 
  • 31/03: nascidos em dezembro

Auxílio emergencial 2021

De acordo com informações já divulgadas pelo presidente Jair Bolsonaro e pelos presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, o novo auxílio emergencial deve contar com quatro parcelas, começando ainda em março e terminando em junho. Para isto, a PEC Emergencial precisa ser aprovada na Câmara dos Deputados, possibilitando o governo de editar a Medida Provisória que regulamentará o retorno do auxílio.

O valor do benefício ainda não foi definido pela equipe econômica do governo. A princípio, o ministro Paulo Guedes falava em quatro parcelas de R$ 250, no entanto, segundo apurado pelo Blog do Nolasco, do R7, junto a fontes do Ministério da Economia, agora o governo estuda a possibilidade de criar três faixas de pagamento, considerando as necessidades de cada um. Veja abaixo:

  • R$ 175: valor pago a homens solteiros e sem filhos;
  • R$ 250: valor pago à maioria dos trabalhadores informais;
  • R$ 375: valor pago a mulheres chefes de família

Aqueles que, em 2020, não se cadastraram na Dataprev para receber o auxílio emergencial também devem ficar impossibilitados de realizar o cadastro para receber as novas parcelas.

Novos critérios para recebimento do benefício podem ser anunciados pelo governo federal após a aprovação da PEC Emergencial na Câmara dos Deputados, o que está previsto para esta semana.

Início dos pagamentos

A expectativa é que o valor comece a ser pago ainda neste mês, com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 186/2019, a chamada PEC Emergencial. O texto possibilita o pagamento do auxílio com créditos extraordinários sem ferir o teto de gastos públicos.

Quem recebe quanto?

De acordo com Guedes, a decisão sobre a amplitude do auxílio emergencial é do Ministério da Cidadania. “Nós [Ministério da Economia] só fornecemos os parâmetros básicos”, disse o ministro.

Segundo ele, o valor para mulher chefe de família monoparental deve ser de R$ 375 e, no caso de homem, de R$ 175. “Se for casal, já são R$ 250”, informou.

O auxílio emergencial

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Tiveram direito aos repasses, obedecendo a uma série de critérios econômicos e sociais, integrantes do Bolsa Família, cidadãos incluídos no Cadastro Único (CadÚnico), além de trabalhadores informais, contribuintes individuais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e microempreendedores individuais que solicitaram o benefício por meio de plataformas digitais ou aplicativo da Caixa Econômica Federal.

COMENTÁRIOS

Os comentários abaixo são de responsabilidade dos respectivos perfis do facebook.