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Psicologia em Movimento: diversão e lazer em tempos de relaxamento da pandemia


O colunista Sylvio Ferreira falou sobre o tema no programa Movimento Cultural

Rádio Jornal
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Publicado em 07/07/2020 às 22:40
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A pandemia que tomou conta do mundo, ocasionada pelo novo coronavírus, estabeleceu a partir da cidade Wanhan, e, posteriormente, em escala planetária, mudanças de hábitos e restrições de comportamentos bastante severos e incomuns, por tempo tão prolongado: quarentena, isolamento e distanciamento sociais, lockdown, de cidades, regiões e países, estabelecimento do uso de máscaras, exigências de novos hábitos de higiene, etc.

O resultado, em diferentes graus, mas tendo mais do que a metade da população do planeta sido atingida pelos hábitos impostos pelos novos tempos, a espécie humana passou a se submeter a exigências sanitárias jamais vistas, em tamanha escala pelo mundo afora. Em vários países do mundo, tendo sido atravessado os momentos mais difíceis da pandemia, ou assim considerados, ainda observamos com muita cautela, por parte dos governos, o relaxamento das medidas tomadas de caráter protetivas, através da reabertura protocolar, e em várias etapas, do relaxamento das medidas restritivas impostas e a abertura do comercio e à volta das atividades sociais consideradas normais.Ainda assim, seguindo à observância de práticas sociais ou comerciais de caráter restritivas.

O que temos observado, no entanto, em muitos lugares do mundo, é a total quebra dos protocolos de segurança ou regras estabelecidas para o relaxamento. Nos Estados Unidos, na Europa, e nas Américas: especialmente, no México e no Brasil, sob condição de criar novas ondas epidêmicas e o estabelecimento de novas medidas de isolamento e quarentena. O que espanta, com o início do fim das medidas restritivas, são as pessoas sem dar a mínima, em termos da obediência às regras de seguranças: nos supermercados, shoppings centers, nos parques, bares e praias.

O apresentador Marcelo Araújo conversou sobre o tema com o psicólogo Sylvio Ferreira no Programa Movimento Cultural.

Ouça a coluna na íntegra:


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