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Psicologia em Movimento: quando o amor acaba


O colunista Sylvio Ferreira falou sobre o tema no programa Movimento Cultural

Rádio Jornal
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Publicado em 21/08/2020 às 22:04
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Se existe uma vontade ou um desejo imperativo na vida de cada um de nós, é o desejo ou a vontade de amar e ser amado. Talvez nada nos faça sentir mais realizado na vida do que encontrar alguém com quem possamos assim viver, assim nos sentir: plenos, realizados, felizes. Não obstante, para muitos, essa seja uma experiência rara de ser vivida, todos os dias existem pessoas que estão se enamorando, encantando, acreditando que encontraram o amor das suas vidas, a sua razão de viver. Mas, como diz a música, e nós sabemos disso por experiência própria, a felicidade é um sentimento que tem começo, meio e fim.

Seja ela de ordem amorosa ou não. Mas, especialmente, a de natureza amorosa. Se é verdade que "Tudo o que é sólido desmancha no ar", o amor também acaba, se desfaz, como rolos de fumaça que se vão ao sabor dos ventos e das tempestades que regem nossas vidas, em maior ou menor grau. Mas por que isso acontece, por que o amor não dura para sempre, não atravessa o tempo e faz moradia na eternidade? Em outras palavras, por que o amor tem fim?

Sobre o assunto, o apresentador Marcelo Araújo conversou com o psicólogo Sylvio Ferreira, no programa Movimento Cultural.

Ouça a coluna na íntegra:


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