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Psicologia em Movimento: o Natal e o Ano Novo em tempos de pandemia


O colunista Sylvio Ferreira falou sobre o tema no programa Movimento Cultural

Rádio Jornal
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Publicado em 17/12/2020 às 18:34
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O Natal e o Ano Novo são duas festividades do ano, de qualquer ano, carregadas de simbolismo. O Natal, pela celebração do nascimento de Jesus, o menino-Deus para as religiões cristãs. O Ano Novo, pela ideia que comporta do fechamento de um ciclo, a partir do Ano que finda. Ambas as festividades, em si e por si, costumam mexer muito com os sentimentos e as emoções das pessoas. Em geral, fazendo-as reunirem-se em família e com os amigos para celebrar o Natal e comemorar à passagem de Ano.

A alegria costuma ser a tônica dessas celebrações, na forma da troca de presentes, almoços e jantares de confraternização, ceia de Natal, eventos sempre marcados pela fraternidade e comunhão de espírito, acolhimento, doação, expectativas, planos, agradecimentos, fé e esperança. Mas, mesmo em tempos normais, nem todas as pessoas se sentem bem ou felizes com as festas de Natal e Ano Novo.

Sempre há aqueles ou aquelas que se isolam, se abatem ou se deprimem, nós sabemos. Porém, as citadas festividades, esse ano, em tempos de pandemia, tudo faz crer que afetarão a vida afetiva e emocional das pessoas numa proporção, escala, e intensidade, jamais imaginada. A razão é simples, o Ano de 2020 está sendo um ano que foi arrancado das nossas vidas, bem como milhares e milhões de vida foram ceifadas e arrancadas de nós, em função da tragédia ocasionada pelo covid-19, em todos os quadrantes do planeta. É sobre os afetos e as emoções, no Natal e no Ano Novo, em tempos de pandemia, que o apresentador Marcelo Araújo conversou com o psicólogo Sylvio Ferreira no Movimento Cultural.

Ouça a coluna na íntegra:


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