Luto

O célebre cineasta francês Jean-Luc Godard morreu nesta terça (13), aos 91 anos. Ficou conhecido por ser um dos fundadores do influente movimento Nouvelle Vague, década de 60.

Ao longo dos seus mais de 70 anos de carreira, Godard trouxe uma nova estética às produções cinematográficas. Com mais de 40 longas-metragens, além de diversos curtas, documentários, ensaios e clipes.

Relembre as maiores obras do diretor.

O Desprezo (1963)

O famoso drama protagonizado por Brigitte Bardot retrata um casal em crise que passam a se desprezar. Ao falar sobre relacionamento complexos, o diretor também reflete sobre o próprio cinema.

O Demônio das Onze Horas (1965)

O drama é considerado um filme fundamental no cinema da Nouvelle Vague e retrata um pai de família que deixa tudo para fugir com outra mulher e acaba se envolvendo no mundo do crime.

O filme foi proibido para os menores de 18 anos na França por "anarquismo intelectual e moral".

Week-end à francesa (1967)

Acompanha um casal em viagem de fim de semana que presencia uma escalada de violência até o interior da França causada pelos abismos sociais.

Adeus à Linguagem (2014)

No filme experimental de drama no formato 3D, a narrativa conta história de uma mulher casada que vive um romance proibido com outro homem. O longa é dividido em duas partes, com os personagens sendo interpretados por dois pares de atores.

A Chinesa (1967)

Da fase politicamente mais radical do diretor, o filme retrata as interações entre cinco jovens franceses pertencentes a uma célula maoísta.

Alphaville (1965)

A dispo tia que retrata Alphaville, uma cidade que é controlada por uma inteligência artificial chamada Alpha 60, que instala um sistema ditatorial que visa eliminar as emoções e a individualidade dos cidadãos.

Acossado (1960)

O drama policial foi o primeiro longa do diretor. Ele narra a história de Michel, um criminoso fugitivo da polícia que reencontra Patricia, um ex-affair, e tenta convencê-la a prestar ajuda.

Uma Mulher é uma Mulher (1961)

O musical de comédia romântica foi o primeiro filme a cores de Godard. Nele, vemos a complexa situação do casal Angela e Émile.

Banda à Parte (1964)

Uma inesquecível obra de drama e comédia, que utiliza elementos do cinema noir. Conta a história de três jovens que resolvem cometer um roubo.

Viver a Vida (1962)

Acompanha a história de Nana, uma jovem que abonadona o marido e o filho para partir em busca do grande sonho de ser atriz.

Masculino, Feminino (1966)

O longa de drama e romance é um retrato de Paris durante a década de 60. Foi produzido durante as agitações sociais e ilustra a revolução de mentalidades e a renovação de valores entre os jovens.

Imagem e Palavra (2018)

O filme mais recente dele, trata-se de uma colagem de vídeos, cenas de filmes, quadros e músicas, explorando o papel da arte cinematográfica em representar eventos históricos.

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