A Americanas teve início a sua recuperação judicial a partir da descoberta do rombo bilionário na empresa, com dívida estimada em R$ 40 bilhões.
O problema viralizou nas redes e a expressão "Vai de Americanas" se tornou comum na internet após o vazamento do escândalo envolvendo a varejista.
Após a recuperação judicial
Assim, a Americanas começou o seu processo de recuperação na Justiça em janeiro e encerrou diversas operações neste ano.
De acordo com o Estado de Minas, a Americanas fechou 29 unidades e cortou 5 mil postos de trabalhos. Cerca de 1.851 lojas foram encerradas só em abril em comparação às 1.880 que operavam em janeiro, segundo o administrador judicial.
Perda de clientes
A grande varejista perdeu aproximadamente 3,2 milhões de clientes, com uma perca significativa de janeiro a abril. A ocupação em galpões de estoque também reduziu, operando com metade da capacidade.
Queda de investimentos
Nesse cenário, o investimento na Americanas também sofreu uma queda. Mais de 90%, os investimentos da varejista passou de R$ 177 milhões em dezembro de 2022 para R$ 7,2 milhões em abril de 2023.
O pagamento a fornecedores melhorou com o prazo de 124 duas em janeiro reduzido para seis dias em março e oito dias em abril de 2023.
Fim da Americanas?
Apesar de alguns números nada animadores, a varejista ainda permanecerá no mercado. O plano atual da Americanas prevê vendas de diversos ativos, com a participação do Grupo Uni.Co, que tem franquias como Imaginarium, Mind, LoveBrands e Pucket.
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