A MULHER DA CASA ABANDONADA

A MULHER DA CASA ABANDONADA: Novo episódio traz revelação surpreendente sobre Margarida Bonetti

Novo episódio de A Mulher da Casa Abandonada estreou nesta quarta-feira (13)

Luana Simões
Luana Simões
Publicado em 13/07/2022 às 8:18 | Atualizado em 13/07/2022 às 10:27
Twitter/Reprodução
Margarida Bonetti se apresenta como "Mari" e é a "Mulher da Casa Abandonada" - FOTO: Twitter/Reprodução
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O podcast A Mulher da Casa Abandonada está sendo um grande sucesso em todo o Brasil. Os fãs da produção do jornalista Chico Felitti aguardam ansiosamente pelos próximos episódios da narrativa, que estreiam toda quarta-feira.

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No sexto e mais recente episódio da produção, intitulado "Um Fim que Não É Bem um Fim"Chico Felitti apresenta novas informações sobre o caso que nunca haviam sido divulgados.

Saiba qual foi a revelação e entenda mais sobre a história a seguir.

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REVELAÇÃO DO SEXTO EPISÓDIO DE A MULHER DA CASA ABANDONADA

A Mulher da Casa Abandonada investiga a história de Margarida Bonetti, uma mulher que viveu por duas décadas em uma mansão abandonada em um dos bairros mais ricos do Brasil, mesmo sendo procurada pelo FBI por ter mantido uma funcionária em condições análogas à escravidão nos Estados Unidos. 

No episódio mais recente lançado nesta quarta (13), Chico Felitti responde um dos questionamentos mais frequentes: se já sabemos a localização de Margarida, por que ela não é presa?

O jornalista começa a narrativa desta semana com uma confissão: "Eu escondi uma coisa de vocês até agora de propósito". Segundo ele, era importante para a história que ele deixasse de contar apenas agora.

A informação é que Mari Muradas, vizinha da casa abandonada que já havia sido entrevistada em episódios anteriores, entrou em contato como FBI há mais de dois anos e passou o nome completo e o endereço de Margarida Bonetti.

POR QUE MARGARIDA BONETTI NÃO FOI PRESA?

Por causa da legislação vigente no nosso país, o Brasil não expatria os cidadãos para que sejam julgados no exterior. 

No entanto, Bonetti poderia ter sido julgada aqui. Seria necessário uma colaboração da justiça americana com a justiça brasileira através de uma carta rogatória. Mas, como sabemos, nada aconteceu.

Duas décadas se passaram do crime cometido pela mulher, e Felitti explica:

"Crimes prescrevem. É como se eles tivessem uma data de validade. Se o Estado demorar além do prazo previsto para processar um cidadão, ele perde esse direito."

Ou seja, com a prescrição do crime, não é possível julgar ou condenar alguém, pois o crime 'deixa de existir'. Considerando o lapso temporal, Margaria Bonetti não pode mais ser julgada no Brasil e nem ser extraditada por ser brasileira nata. 

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Reprodução / Sérgio Brisola
Mansão onde mora Margarida Bonetti - Reprodução / Sérgio Brisola

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