Líder de Audiência

Comunicador da maioria, Geraldo Freire defende rádio de pilha nos estádios; confira

O radialista Geraldo Freire usou as redes sociais para criticar a antiga portaria da SDS-PE

Davi Saboya
Davi Saboya
Publicado em 29/04/2022 às 1:11
LUISI MARQUES/ACERVO JC IMAGEM
Geraldo Freire é líder de audiência pela manhã na Rádio Jornal - FOTO: LUISI MARQUES/ACERVO JC IMAGEM
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Líder de audiência na Rádio Jornal, o radialista Geraldo Freire defendeu a utilização do rádio de pilha nos estádios de futebol de Pernambuco. Em vídeo publicado nas redes sociais, o comunicador da maioria lamentou o antigo protocolo de segurança da Secretaria de Defesa Social do Estado, a SDS-PE, que proíbe a entrada do objeto.

"Isso é novidade. Em nome da segurança, esse rádio de pilha tão histórico na vida de todo mundo deve desaparecer dos estádios por causa dessa coisa imbecil da Polícia Militar de Pernambuco", afirmou Geraldo Freire.

VEJA A OPINIÃO DE GERALDO FREIRE

Durante esta quinta-feira, a portaria da SDS-PE repercutiu bastante nas redes sociais. Porém, ela não entrou em vigor recentemente, como muitas chegaram a pensar. E, sim, em 2013, antes da Copa da Confederações. 

"Informamos que é vedado o ingresso de rádios de pilha, baterias, instrumentos musicais, apitos e porta-bandeiras, bem como outros objetos que representem risco à segurança. A restrição atende aos protocolos de segurança implementados desde a Copa das Confederações e da Copa do Mundo no Brasil. Qualquer objeto que represente ameaça à integridade dos torcedores poderá ser apreendido", informou a SDS, em resposta ao Blog do Torcedor. 

"A restrição se dá por questões de segurança e prevenção à violência, devido ao risco de esses objetos serem arremessados ou utilizados em possíveis brigas de torcidas", completou o órgão.

OUTROS OBJETOS

Baterias, instrumentos musicais e até apitos também estão proibidos nos estádios pernambucanos. O motivo é que esses objetos representam risco à segurança dos torcedores.

Apesar dessa justificativa, as críticas dos torcedores seguem nas redes sociais. Muitos, inclusive, questionam o fato de se o protocolo é tão antigo porque somente agora foi notado pelo torcedor.

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