Brasília

Ativistas do Greenpeace são detidos após protesto em frente ao Planalto

O Greenpeace protestava contra o que consideram como demora do governo Bolsonaro na contenção do óleo no litoral do Nordeste

Ísis Lima
Ísis Lima
Publicado em 23/10/2019 às 15:08
Foto: Adriano Machado/Greenpeace
FOTO: Foto: Adriano Machado/Greenpeace
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Na manhã desta quarta-feira (23), ativistas do Greenpeace Brasil fizeram um protesto em frente ao Palácio do Planalto contra o que eles consideram como demora do governo Jair Bolsonaro (PSL) em agir diante da crise ambiental provocada pelo vazamento de óleo no litoral do Nordeste. Os manifestantes usaram uma espécie de tinta preta para simbolizar o material que se alastra pelas praias da região. Os integrantes acabaram detidos pela Polícia Militar do Distrito Federal e levados à 5ª Delegacia de Polícia Civil em Brasília.

Através de seu perfil oficial no Twitter, o Greenpeace Brasil repercutiu a interrupção do protesto em frente ao Palácio do Planalto.

O grupo ainda rebateu a acusação do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, de que os ativistas “depredam patrimônio público”, a quem os chamou de “ecoterroristas”. E ressaltou que o ministro não poderia ver a resposta por ter bloqueado a conta do Twitter do grupo.

Os detalhes com o correspondente da Rádio Jornal em Brasília, Romoaldo de Souza.

Confira:

Liberação

No início da tarde, o perfil oficial do Greenpeace informou que os manifestantes foram liberados: "Após ficarem detidos por três horas, nossos ativistas foram liberados pela polícia. Nossas ações são pacíficas e não houve nenhuma incidência penal, com o objetivo de revelar e questionar os retrocessos e qualquer crime contra a biodiversidade".

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