Caso Lázaro Barbosa

Lázaro Barbosa pode ter escapado da região onde era procurado nadando rios; veja como


Criminoso teria sido visto em Santo Antônio do Descoberto, que fica a 15 km de distância de onde buscas eram feitas

Gabriel dos Santos Araujo Dias
Gabriel dos Santos Araujo Dias
Publicado em 24/06/2021 às 8:23
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ATUALIZAÇÃO: Polícia prende suspeitos de ajudar Lázaro e procura por outras pessoas, além do serial killer.

Lázaro Barbosa segue surpreendendo os policiais com sua habilidade de fuga. Agora, suspeita-se de que o "serial killer de Brasília" pode ter fugido da área onde era procurado desde a semana passada, nadando por dois rios.

A área de buscas foi ampliada. O perímetro de 10km subiu para 50km quadrados, e os policiais também fazem a caçada na região de Santo Antônio do Descoberto, onde moradores afirmam ter visto Lázaro. Nesta quinta-feira (24), as buscas completam 16 dias.

Se de fato Lázaro passou por Santo Antônio do Descoberto, ele deve ter precisado nadar por dois rios, o Rio dos Macacos e o Rio das Areias.

>>> Veja como será operação de buscas por Lázaro nesta sexta-feira (25).

Estrutura das buscas

As buscas por Lázaro Barbosa seguem mobilizando toda a região. São cerca de 270 homens das polícias Civil, Militar, Federal e Rodoviária Federal. Além deles, cinco cães farejadores, helicópteros e drones também ajudam nas buscas. Alguns policiais estão à cavalo.

Fora da mata, a PRF vasculha veículos que trafegam pela rodovia BR-070, na tentativa de evitar que Lázaro consiga escapar para outro estado, escondido em um carro ou caminhão.

Familiares do criminoso já manifestaram publicamente que querem que o homem se entregue para a Polícia. A esposa de Lázaro, com quem o criminoso tem uma filha de dois anos, disse que teme pela vida do marido. Lázaro tem outra filha, de 4 anos, de um antigo relacionamento.

Entenda por que é tão difícil prender Lázaro:

Os policiais acreditam que Lázaro se esconde durante o dia e aproveita a escuridão da noite para sair do esconderijo e buscar por comida e armas em propriedades rurais da região. O jornal Correio Braziliense informou esta semana que as equipes policiais têm poucos equipamentos para buscas à noite.


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