TRAGÉDIA

Relatório sobre acidente aéreo que matou Eduardo é inconclusivo


Acidente aéreo no litoral de São Paulo matou o ex-governador Eduardo Campos e mais seis pessoas, em agosto de 2014

Ísis Lima
Ísis Lima
Publicado em 06/08/2018 às 15:53
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Familiares do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, participaram, nesta segunda-feira (6), de uma reunião no auditório da Infraero no Aeroporto Internacional dos Guararapes no Recife para apresentar o resultado do relatório sobre o acidente que vitimou sete pessoas, incluindo o político. A reunião durou cerca de quatro horas e foi coordenada pelo delegado Rubem José Maleiner. O relatório, no entanto, foi inconclusivo.

Das dez possíveis causas do acidente, quatro são apontadas como prováveis motivos: falha humana, falha técnica, colisão com ave e falha no compensador. "Não tem nenhuma prevalecente, pode ter ocorrido todas, pode ter ocorrido apenas uma, duas, três, pode ter ocorrido combinações delas. Não tem como saber o que houve. Não há principal falha, segundo as palavras do delegado", disse João Campos, filho do ex-governador.

O inquérito foi remetido para o Ministério Público Federal (MPF) para que seja feita a conclusão definitiva. O Ministério Público pode fazer novas diligências para complementar a informação. As autoridades policiais não falaram com à imprensa.

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Outras vítimas

Participaram da reunião também familiares do assessor Percol, também morto no acidente. Nesta terça-feira (7) haverá uma reunião em Santos, litoral de São Paulo, onde ocorreu o acidente, com os familiares do Piloto, que conduzia o avião na hora do acidente.

Além de Eduardo Campos, morreram no desastre o fotógrafo Alexandre Severo e Silva, os assessores Carlos Augusto Leal Filho (Carlos Percol) e Pedro Valadares Neto, o cinegrafista Marcelo de Oliveira Lyra e os pilotos Geraldo Magela Barbosa da Cunha e Marcos Martins.


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