Filas grandes debaixo do sol forte marcam testes para covid-19 no Geraldão nesta quinta (19)

Três horas antes dos portões abrirem, várias pessoas já tinham chegado para serem testadas

ESPERA
Filas grandes debaixo do sol forte marcam testes para covid-19 no Geraldão nesta quinta (19)

Centenas de pessoas aguardavam a pé, procurando um pequeno espaço na sombra para fugir do sol forte. - Foto: Welligton Lima/Jc Imagem

O coronavírus continua rondando, e o movimento para realizar a testagem da covid-19 na parte externa do Ginásio Esportivo Geraldo Magalhães (Geraldão), no bairro da Imbiribeira, Zona Sul do Recife, começou por volta das 5h desta quinta-feira (19), três horas antes da abertura dos portões e do início dos testes. Centenas de pessoas aguardavam a pé, procurando um pequeno espaço na sombra para fugir do sol forte.

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A doméstica Ana Maria sentiu dor de garganta e dor no corpo no fim de semana. Mesmo já melhor dos sintomas, ela foi orientada pela patroa a realizar o teste antes de voltar ao trabalho. “Tive crise de garganta, ainda estou sentindo um pouco. Não tive febre, mas tive muita dor no corpo. Estou tomando remédios melhorei”, contou.

A fila dos carros também estava muito grande. O primeiro a chegar foi seu Antônio Carlos. Ele é morador de Gaibu, no Litoral Sul de Pernambuco, e conta que aproveitou que já estava no Recife para realizar o teste.
“Estava trabalhando no estaleiro. Como eu estou afastado, estou aqui. Ainda não tive sintomas”, disse.

Por dia, 500 fichas são distribuídas no Geraldão. A Secretária Estadual de Saúde disponibiliza dois tipos de teste. O RT-PCR, que é mais preciso, de acordo com os médicos, e demora mais para sair o resultado. E também o teste rápido, que dá o resultado em até 30 minutos. O Geraldão é o quinto centro de testagem contra a covid no estado.

Corrida das vacinas

As últimas notícias relativas ao combate ao novo coronavírus são otimistas. Algumas farmacêuticas, como a norte-americana Pfizer e a chinesa Sinovac, mostraram resultados positivos no desenvolvimento de suas respectivas vacinas.

Ouça a reportagem de Max Augusto:

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