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Consultório do Rádio Livre discute riscos e tratamentos da hemofilia


No Dia Internacional da Hemofilia, o Consultório tirou dúvidas sobre a doença, que é hereditária e é caracterizada por dificultar a coagulação do sangue

Publicado em 17/04/2017, às 17:50


Rádio Jornal

Foto: Reprodução/ Internet

No Dia Internacional da Hemofilia, o Consultório desta segunda-feira (17) discutiu essa doença hereditária que dificulta a coagulação do sangue, causando sangramentos e hemorragias. A hemofilia se manifesta principalmente em homens e não tem cura.

Os convidados do programa foram a hematologista Ana Vanderlei, a enfermeira Íris Maciel e o paciente hemofílico Luiz Matias, que falou sobre sua relação com a doença e o tratamento.

“A hemofilia é uma desordem hemorrágica caracterizada por uma deficiência num fator de coagulação. No caso da hemofilia o paciente tem uma deficiência no fator 8. De acordo com a quantidade de fator que ele tem a gente considera ele como grave, moderado ou leve”, explicou a hematologista Ana Vanderlei.



Os pacientes com mais consequências de sangramento são considerados graves. Eles têm 0,01% de fator circulante, quando deveriam ter cerca de 50.

"Eu descobri com 13 anos de idade através de uma queda que eu levei. Através disso, que passei três dias sangrando, fui parar no Hemope", lembrou o paciente. "Inclusive, nessa época, me passaram a informação de que o hemofílico só vive até os 20 anos", completou. 

Confira os detalhes:


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Consultório do Rádio Livre discute riscos e tratamentos da hemofilia



Publicado em 17/04/2017, às 17:50


Rádio Jornal

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No Dia Internacional da Hemofilia, o Consultório desta segunda-feira (17) discutiu essa doença hereditária que dificulta a coagulação do sangue, causando sangramentos e hemorragias. A hemofilia se manifesta principalmente em homens e não tem cura.

Os convidados do programa foram a hematologista Ana Vanderlei, a enfermeira Íris Maciel e o paciente hemofílico Luiz Matias, que falou sobre sua relação com a doença e o tratamento.

“A hemofilia é uma desordem hemorrágica caracterizada por uma deficiência num fator de coagulação. No caso da hemofilia o paciente tem uma deficiência no fator 8. De acordo com a quantidade de fator que ele tem a gente considera ele como grave, moderado ou leve”, explicou a hematologista Ana Vanderlei.

Os pacientes com mais consequências de sangramento são considerados graves. Eles têm 0,01% de fator circulante, quando deveriam ter cerca de 50.

"Eu descobri com 13 anos de idade através de uma queda que eu levei. Através disso, que passei três dias sangrando, fui parar no Hemope", lembrou o paciente. "Inclusive, nessa época, me passaram a informação de que o hemofílico só vive até os 20 anos", completou. 

Confira os detalhes:

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