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Atrofia Muscular Espinhal leva pais a pedirem ajuda para manter tratamento de filhos


No Consultório do Rádio Livre desta segunda-feira (17) especialistas tiraram dúvidas sobre a Atrofia Muscular Espinhal e o auto custo do tratamento

Publicado em 17/07/2017, às 18:05


Rádio Jornal

Foto: Reprodução/ Internet

A Atrofia Muscular Espinhal (AME), uma doença genética que mais mata crianças no mundo, foi o tema do Consultório do Rádio Livre desta segunda-feira (17). No Brasil, existem mais de 8 mil casos confirmados.

Para falar sobre a Atrofia Muscular Espinhal, o programa ouviu a neurologista Ana Paula Paranhos, a fisioterapeuta Aparecida Chaves e a psicóloga Suelen Neves. As especialistas falaram sobre origem da doença, sintomas e tratamentos.

Campanhas têm surgido nas redes sociais de pais buscando ajuda para arcar com as despesas do tratamento. "No final do ano passado, o FDE aprovou uma medicação para Atrofia Muscular Espinhal. É uma droga que é bastante promissora", contou a neurologista. "Quando se tem essa medicação que os estudos mostraram que é promissora, que melhora a parte motora desses pacientes, então todos os pais buscam essa possibilidade de tratamento", esclareceu, explicando que a AME é uma doença com evolução progressiva, grave e pode ser fatal. 



No primeiro ano, o tratamento pode custar 750 mil dólares, esclareceu a médica neurologista.

Confira os detalhes no programa e entenda mais sobre a Atrofia Muscular Espinhal:

Ajude

Pais de filhos com a AME estão arrecadando dinheiro nas redes sociais. Guilherme de Lima Gomes, de 1 ano e 3 meses, é uma dessas crianças. Ele mora em Vitória de Santo Antão, na Mata Sul do Estado, e a família está arrecadando dinheiro para o tratamento.

Qualquer quantia pode ser depositada em uma conta poupança da Caixa Econômica Federal, no nome de Guilherme de Lima Gomes, CPF – 137.583.274 – 31, agência 0626, conta poupança 60315-0, operação 013.

Quem também precisa de ajuda é a pequena Maria Eduarda Déo, de apenas 2 anos. Ela mora em Campinas (SP). Para doar, você pode depositar qualquer quantia na conta do Banco do Brasil, em nome de Maria Eduarda Déo, CPF – 522.263.038-20, agência 4257-9, conta corrente 18324-5. 


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Atrofia Muscular Espinhal leva pais a pedirem ajuda para manter tratamento de filhos



Publicado em 17/07/2017, às 18:05


Rádio Jornal

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A Atrofia Muscular Espinhal (AME), uma doença genética que mais mata crianças no mundo, foi o tema do Consultório do Rádio Livre desta segunda-feira (17). No Brasil, existem mais de 8 mil casos confirmados.

Para falar sobre a Atrofia Muscular Espinhal, o programa ouviu a neurologista Ana Paula Paranhos, a fisioterapeuta Aparecida Chaves e a psicóloga Suelen Neves. As especialistas falaram sobre origem da doença, sintomas e tratamentos.

Campanhas têm surgido nas redes sociais de pais buscando ajuda para arcar com as despesas do tratamento. "No final do ano passado, o FDE aprovou uma medicação para Atrofia Muscular Espinhal. É uma droga que é bastante promissora", contou a neurologista. "Quando se tem essa medicação que os estudos mostraram que é promissora, que melhora a parte motora desses pacientes, então todos os pais buscam essa possibilidade de tratamento", esclareceu, explicando que a AME é uma doença com evolução progressiva, grave e pode ser fatal. 

No primeiro ano, o tratamento pode custar 750 mil dólares, esclareceu a médica neurologista.

Confira os detalhes no programa e entenda mais sobre a Atrofia Muscular Espinhal:

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Pais de filhos com a AME estão arrecadando dinheiro nas redes sociais. Guilherme de Lima Gomes, de 1 ano e 3 meses, é uma dessas crianças. Ele mora em Vitória de Santo Antão, na Mata Sul do Estado, e a família está arrecadando dinheiro para o tratamento.

Qualquer quantia pode ser depositada em uma conta poupança da Caixa Econômica Federal, no nome de Guilherme de Lima Gomes, CPF – 137.583.274 – 31, agência 0626, conta poupança 60315-0, operação 013.

Quem também precisa de ajuda é a pequena Maria Eduarda Déo, de apenas 2 anos. Ela mora em Campinas (SP). Para doar, você pode depositar qualquer quantia na conta do Banco do Brasil, em nome de Maria Eduarda Déo, CPF – 522.263.038-20, agência 4257-9, conta corrente 18324-5.