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A pele que habitamos: o mito grego de Procusto


O psicólogo Sylvio Ferreira trouxe a história mitológica de Procusto como uma comparação metafórica  com situações da atualidade

Publicado em 13/09/2017, às 00:51


Rádio Jornal

Foto: reprodução/internet

Procusto é um personagem da mitologia grega. Na história é retratado como um criminoso que enganava as pessoas e lhes causava sofrimento. Ele possuía uma cama de ferro, objeto que tinha o tamanho exato dele. Procusto convidava viajantes para se deitarem na cama caso a pessoa fosse maior que a cama ele amputava o excesso de comprimento, caso contrário ele a esticava até atingir o suficiente.

Segundo a mitologia a vítima jamais chegava a se ajustar a cama, pois ele possuía duas camas de tamanhos diferentes. Procusto faz parte da história de Teseu e teria sido capturado por ele.



Psicologia em Movimento

No programa movimento da Rádio Jornal o psicólogo Sylvio Ferreira trouxe esse contexto mitológico para falar sobre os limites do corpo em diversas situações de vida no texto  ”a pele que habitamos”.

 Ouça na íntegra:


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A pele que habitamos: o mito grego de Procusto



Publicado em 13/09/2017, às 00:51


Rádio Jornal

[IMAGEM]

Procusto é um personagem da mitologia grega. Na história é retratado como um criminoso que enganava as pessoas e lhes causava sofrimento. Ele possuía uma cama de ferro, objeto que tinha o tamanho exato dele. Procusto convidava viajantes para se deitarem na cama caso a pessoa fosse maior que a cama ele amputava o excesso de comprimento, caso contrário ele a esticava até atingir o suficiente.

Segundo a mitologia a vítima jamais chegava a se ajustar a cama, pois ele possuía duas camas de tamanhos diferentes. Procusto faz parte da história de Teseu e teria sido capturado por ele.

Psicologia em Movimento

No programa movimento da Rádio Jornal o psicólogo Sylvio Ferreira trouxe esse contexto mitológico para falar sobre os limites do corpo em diversas situações de vida no texto  ”a pele que habitamos”.

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