SAÚDE

PAULINHA ABELHA: Cantora segue em coma, com lesão renal aguda, hepática e cerebral


Cantora está internada na UTI há 11 dias

Paloma Xavier Pedro Lima
Paloma Xavier
Pedro Lima
Publicado em 23/02/2022 às 18:57
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Paulinha Abelha é conhecida nacionalmente por canções como "Baby Doll" - FOTO: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM
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Paulinha Abelha, vocalista da banda Calcinha Preta, segue em coma devido a inflamações no cérebro, no fígado e nos rins. A informação foi dada pela equipe médica responsável pelo tratamento da cantora, que está internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Primavera, em Aracaju, há 17 dias.

O Instagram do grupo Calcinha Preta publicou nesta quarta-feira (23), a nota do Hospital Primavera, onde estava internada há 11 dias, confirmando o falecimento da artista às 19h26.

"O Hospital Primavera comunica, com pesar, que a cantora, Paula de Menezes Nascimento Leca Viana, Paulinha Abelha, faleceu hoje às 19h26 em decorrência de um quadro de comprometimento multissistêmico."

De acordo com a nota divulgada nesta quarta-feira (23), Paulinha "mantém quadro neurológico, sem necessidade de medicamentos para ajuste de pressão, respirando com suporte de aparelhos". E "mantendo a oxigenação adequada e necessitando de hemodiálise para ajuste da função renal."


Os médicos afirmaram, em coletiva de imprensa nessa terça-feira (22), que está priorizando as investigações sobre as inflamações e suas causas antes de pensar em mudar o tratamento. Eles trabalham com a hipótese de que o problema da artista seja autoimune.

Os problemas renais de Paulinha provavelmente foram iniciados pela quantidade de toxinas presentes no organismo da cantora.

“O que não sabemos no caso de Paulinha é o que levou o rim a inflamar, depois o fígado e, por último, o cérebro. Sabemos que um órgão inflamado levou a inflamação ao outro. A paciente apresenta um grave problema tóxico metabólico. Do ponto de vista do diagnóstico, temos um painel toxicológico e várias substâncias que estão sendo estudadas para entender o que desencadeou essas lesões”, contou o médico Ricardo Leite, diretor do Hospital Primavera.

 

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