NOVO LAUDO

PAULINHA ABELHA: viúvo decide contratar assessoria médica para reavaliar causa da morte da cantora

Wanderson dos Santos, advogado de Clevinho Santos, contou que os prontuários de Paulinha serão analisados por outros especialistas

Marcelo Aprígio
Marcelo Aprígio
Publicado em 17/03/2022 às 13:16
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Reprodução / Redes Sociais
Paulinha Abelha, cantora da Calcinha Preta, precisou ser internada na UTI - FOTO: Reprodução / Redes Sociais
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Os laudos e prontuários médicos da cantora Paulinha Abelha, morta após passar 13 dias internada em um hospital de Aracaju, serão reavaliados por uma equipe particular.

A informação foi revelado pelo advogado do grupo musical e de Clevinho Santos, viúvo da cantora, na terça-feira (15) em entrevista à revista Quem.

Ainda que a certidão de óbito da cantora aponte quatro causas da morte: meningoencefalite; hipertensão craniana; insuficiência renal aguda e hepatite, segundo Wanderson dos Santos, seus clientes só se manifestarão depois da resposta definitiva desta nova equipe.

"Já pegamos os prontuários de um hospital, vamos pegar o prontuário do outro hoje e então pediremos para uma assessoria médica analisar todos os documentos para se chegar a um laudo definitivo", explicou ele.

"Aí os médicos dirão, no entendimento deles, a causa definitiva da morte. Só então vamos nos manifestar. Sem o laudo definitivo, não tem como afirmar nada, tudo fica na base da especulação", completou.

Houve crime na morte de Paulinha?

Sobre a possibilidade de haver algum crime relacionado à morte de Paulinha Abelha, o advogado contou que ainda é cedo para tal apontamento, mas que ele não vislumbra crime algum.

"Quando tivermos o laudo definitivo, também vamos disponibilizar para imprensa. Sem laudo oficial, não se pode especular nada. Não vislumbro crime, não posso acusar A e B sem ter um laudo, são questões técnicas", disse.

"Acredito que, assim que se recolher tudo, a assessoria médica fará a análise e acho que, semana que vem, pode ser que tenham uma posição. No momento, estamos esperando recolher a documentação médica necessária para definirmos quando começará a análise, porque são documentações sigilosas", finalizou o advogado.

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