O Menino que matou meus pais: Veja como Daniel Cravinhos está hoje em dia, 19 anos após matar os pais de Suzane von Richthofen

Daniel e o irmão, Cristian, ficaram conhecidos como "os irmãos Cravinhos"; eles foram condenados pelas mortes de Alfred e Marísia von Richtofen

CRIME CHOCANTE
O Menino que matou meus pais: Veja como Daniel Cravinhos está hoje em dia, 19 anos após matar os pais de Suzane von Richthofen

Daniel Cravinho (no centro da imagem) era namorado de Suzane von Richthofen na época do crime - Foto: Reprodução

Condenado a 39 anos de prisão, Daniel Cravinhos foi, ao lado do irmão, Cristian, executor de Alfred e Marísia, os pais de Suzane von Richthofen. O crime que chocou o país em 2002, agora é relembrado em dois filmes lançados simultaneamente pela Amazon Prime Vídeo, que retratam as versões conflitantes de Daniel e Suzane, os ex-namorados que planejavam viver uma vida com muito luxo e conforto, após a morte das vítimas. Veja aqui o que é verdade e o que é mentira no filme.

Daniel era instrutor de aeromodelismo de Andreas, irmão de Suzane, que tinha 15 anos na época do crime. Em entrevista a Gugu Liberato, na TV Record em 2015, Suzane disse que conheceu Daniel por meio da própria mãe, que gostava do rapaz, como instrutor de Andreas. No entanto, segundo Suzane, a situação mudou quando Marísia descobriu que os dois estavam se relacionando. "Ela começou a conhecer melhor o Daniel e não queria ele como meu namorado, participando da minha vida. Disse que ele iria me levar para o buraco", lembrou Suzane. Foi com Daniel que ela afirma ter começado a usar drogas. 

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Suzane von Richthofen no dia do julgamento, em 2006
Suzane von Richthofen no dia do julgamento, em 2006
Reprodução/Arquivo

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>>> Na cadeia, Cristian Cravinhos teve relacionamento homoafetivo.

Em 31 de outubro daquele ano, Daniel e Cristian entraram na casa da família von Richthofen com ajuda de Suzane e espancaram os pais da jovem com bastões de ferro confeccionados pelo próprio Daniel. Marísia chegou a sobreviver ao primeiro ataque, mas foi sufocada com uma toalha molhada. 

@jc_pe

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Como Daniel está hoje em dia?

Preso desde a época do crime, Daniel progrediu para o regime aberto em 2018. Hoje em dia, ele refez a vida amorosa. Conheceu a irmã de um colega de cela e passou a namorar com a moça.

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No Natal de 2014, se casou com a biomédica Alyne Bento, que é filha de uma agente penitenciária. Em uma postagem, a mulher de Daniel disse: "Eu te amo com todo o meu amor". A mulher chegou a perder dois empregos, após os patrões descobrirem do relacionamento da moça com Daniel Cravinhos. "Fui visitar o meu irmão e tive uma surpresa maravilhosa. Uma companhia mais do que agradável”, disse ela em outra ocasião. O irmão de Alyne era preso suspeito de furto. 

No filme A menina que matou os país, Andreas von Richthofen, irmão de Suzane, pratica aeromodelismo
No filme A menina que matou os país, Andreas von Richthofen, irmão de Suzane, pratica aeromodelismo
Reprodução/A menina que matou os pais

Como foi a vida de Daniel na cadeia?

Daniel também era considerado um preso com bom comportamento. Ele teve redução de pena por ter trabalhado no presídio. Entre outras atividades, confeccionou mesas e cadeiras para serem usadas por alunos da rede pública de ensino.

Dentro da prisão, Daniel foi acusado de envolvimento com o tráfico de anabolizantes, o que atrasou a ida do assassino dos von Richthofen para o regime aberto. 

Cristian Cravinhos

Irmão mais velho de Daniel, Cristian Cravinhos também foi preso pelo crime. Ele estava em liberdade desde 2017, mas voltou para a prisão em 2018, após se envolver em confusão e por suspeita de agredir uma mulher. Ele também foi à Justiça tentar censurar a série de TV "Investigação Criminal". A Justiça negou o pedido de "direito ao esquecimento" impetrado pelo rapaz. 

Filmes da Amazon

Os filmes foram lançados pela Amazon na noite dessa quinta-feira (23). "A menina que matou os pais" retrata a versão de Daniel. Já "O menino que matou meus pais" é a forma como Suzane conta a história. Na prática, Suzane diz que foi induzida por Daniel a cometer o crime. 

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