Na madrugada desta quinta-feira (24), a Rússia lançou uma invasão ao território ucraniano. Cerca de dez regiões do país do Leste Europeu já possuem tropas russas, comandadas pelo presidente Vladimir Putin em deslocamento.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, havia anunciado na tarde desta quinta (24) que o país norte-americano irá "defender cada milímetro" do território da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), mas que não enviará tropas à Ucrânia.
Diante da escalada da tensão geopolítica entre os dois países do Leste Europeu, muitos brasileiros já se perguntam qual a chance do Brasil entrar no conflito, ou qual o posicionamento do Brasil sobre a Rússia e a Ucrânia.
Existe uma preocupação internacional sobre a possibilidade de um ataque da Rússia a um país da Otan. Nesse caso, o artigo 5º do tratado seria acionado e todas as 30 nações que assinaram o acordo entrariam no conflito.
Por conta disso, muitos brasileiros podem estar se perguntando sobre a chance do Brasil entrar em guerra, especialmente em relação ao conflito na Europa Oriental.
O Brasil não é signatário da Otan, e portanto não entraria necessariamente em guerra caso um dos países do bloco fosse atacado.
A Constituição Federal do Brasil também limita a possibilidade do país entrar em conflitos. As relações internacionais do país, por exemplo, se baseiam na "não-intervenção", na "defesa da paz" e na "solução pacífica dos conflitos".
Uma declaração de guerra pelo Presidente da República também só é possível em caso de agressão estrangeira ao Brasil, além de ser necessária a aprovação do Congresso Nacional.
Além disso, o embaixador do Brasil na Organização das Nações Unidas (ONU), Ronaldo Costa Filho, disse em entrevista à CNN nesta quarta-feira (23) que o país deve atrair a Rússia e Ucrânia para uma negociação.
Outra dúvida comum dos brasileiros em meio à tensão no Leste Europeu é sobre o posicionamento do Brasil sobre a Rússia e a Ucrânia.
O governo brasileiro, através do Ministério das Relações Exteriores, divulgou uma nota no final da manhã desta quinta-feira (24). No documento, a pasta afirma que o governo brasileiro "acompanha com grave preocupação" o conflito entre os países.
O presidente Jair Bolsonaro ainda não se posicionou oficialmente sobre a situação. O vice-presidente general Hamilton Mourão, por outro lado, disse que já se posicionou.
Na ocasião, Mourão disse que o Brasil "respeita a soberania da Ucrânia" e que "não concorda com uma invasão do território ucraniano".
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