
Os Estados Unidos defenderão "cada milímetro do território da Otan", mas não enviará tropas à Ucrânia, anunciou nesta quinta-feira (24) o presidente norte-americano, Joe Biden, após o ataque da Rússia.
Watch live as I deliver remarks on Russia’s unprovoked and unjustified attack on Ukraine. https://t.co/fsc84Sq6F6
— President Biden (@POTUS) February 24, 2022
"Nossas forças armadas não vão para a Europa combater na Ucrânia, mas para defender nossos aliados da Otan e tranquilizar estes aliados do Leste", afirmou Joe Biden em um discurso televisionado.
Biden também anunciou, em discurso na Casa Branca, sanções econômicas e restrições de exportação à Rússia em resposta à sua invasão da Ucrânia.
Assim, ficou decidido que serão sancionados outros quatro bancos russos e mais da metade das importações tecnológicas da Rússia serão suprimidas.
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"Isto imporá um custo elevado à economia russa, tanto de imediato quanto a longo prazo", advertiu o presidente norte-americano.
Biden afirmou, ainda, que tirar a Rússia da rede interbancária Swift continuava sendo "uma opção", mas que "atualmente não é (uma) posição" compartilhada pelos europeus e assegurou que as outras sanções financeiras anunciadas teriam "tanto ou mais impacto" do que esta medida solicitada pela Ucrânia.
O presidente Joe Biden já havia publicado um tweet falando sobre a invasão, afirmando que "a Rússia, sozinha, é responsável pelas mortes e destruição que esse ataque trará, e os Estados Unidos junto com os Aliados e parceiros vão responder em unidade e de forma decisiva."
Russia alone is responsible for the death and destruction this attack will bring, and the United States and its Allies and partners will respond in a united and decisive way.
— President Biden (@POTUS) February 24, 2022
The world will hold Russia accountable.
Após semanas de tensão, o mundo acompanha com preocupação o ataque da Rússia contra a Ucrânia, que aconteceu na madrugada desta quinta-feira (24).