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GUERRA RÚSSIA E UCRÂNIA: Biden defenderá 'cada milímetro do território da Otan', mas não enviará tropas à Ucrânia


O ataque da Rússia contra a Ucrânia aconteceu na madrugada desta quinta-feira (24)

Giovanna Torreão AFP
Giovanna Torreão
AFP
Publicado em 24/02/2022 às 16:56
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Brendan Smialowski / AFP
Joe Biden presidente dos Estados Unidos fala sobre o ataque da Rússia na Ucrânia - FOTO: Brendan Smialowski / AFP
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Os Estados Unidos defenderão "cada milímetro do território da Otan", mas não enviará tropas à Ucrânia, anunciou nesta quinta-feira (24) o presidente norte-americano, Joe Biden, após o ataque da Rússia.

"Nossas forças armadas não vão para a Europa combater na Ucrânia, mas para defender nossos aliados da Otan e tranquilizar estes aliados do Leste", afirmou Joe Biden em um discurso televisionado.

Biden também anunciou, em discurso na Casa Branca, sanções econômicas e restrições de exportação à Rússia em resposta à sua invasão da Ucrânia.

Assim, ficou decidido que serão sancionados outros quatro bancos russos e mais da metade das importações tecnológicas da Rússia serão suprimidas.

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"Isto imporá um custo elevado à economia russa, tanto de imediato quanto a longo prazo", advertiu o presidente norte-americano.

Biden afirmou, ainda, que tirar a Rússia da rede interbancária Swift continuava sendo "uma opção", mas que "atualmente não é (uma) posição" compartilhada pelos europeus e assegurou que as outras sanções financeiras anunciadas teriam "tanto ou mais impacto" do que esta medida solicitada pela Ucrânia.


O presidente Joe Biden já havia publicado um tweet falando sobre a invasão, afirmando que "a Rússia, sozinha, é responsável pelas mortes e destruição que esse ataque trará, e os Estados Unidos junto com os Aliados e parceiros vão responder em unidade e de forma decisiva."

Após semanas de tensão, o mundo acompanha com preocupação o ataque da Rússia contra a Ucrânia, que aconteceu na madrugada desta quinta-feira (24).


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